Uma jararaca foi encontrada dentro de um quarto em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. O animal estava sobre uma penteadeira, perto da cama dos moradores.
O resgate foi feito por Gilberto Ademar Duwe, conhecido como Giba, biólogo da Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama). O registro do atendimento foi compartilhado nas redes sociais em 29 de outubro de 2026.
Os moradores perceberam a serpente enquanto estavam no quarto da casa. Segundo o relato do atendimento, a ocorrência foi registrada em Jaraguá do Sul.

O biólogo associou o caso à necessidade de cuidados com animais silvestres durante a primavera e a elevação das temperaturas. A jararaca é peçonhenta e pode ser encontrada em áreas próximas a locais ocupados por pessoas.
Resgate de jararaca em quarto de residência
Gilberto Ademar Duwe, conhecido como Giba, relatou que nunca havia encontrado uma jararaca em uma situação semelhante durante seus atendimentos. Na ocorrência em Jaraguá do Sul, a serpente estava enrolada sobre o móvel e voltada para os moradores.
O resgate foi realizado pelo biólogo, que atua no atendimento a animais silvestres pela Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama). A presença do animal dentro do quarto levou Giba a apontar a necessidade de observar o ambiente doméstico e ter cuidado ao manusear objetos.
O registro do atendimento foi compartilhado nas redes sociais em 29 de outubro de 2026. O caso chamou a atenção por envolver uma jararaca em um espaço de uso cotidiano da residência, em vez de uma área externa.
Calor, habitat e riscos de encontros com jararacas
Giba relacionou a necessidade de mais cuidados à primavera e à elevação gradual das temperaturas. Segundo o biólogo, a chegada do calor pede atenção à presença de animais silvestres.
A jararaca é uma serpente peçonhenta encontrada em diferentes regiões do Brasil, embora seu veneno não seja o mais potente do país. Ainda assim, a espécie está entre as responsáveis pelo maior número de acidentes com serpentes no território brasileiro.
A ampla distribuição da jararaca e sua presença perto de áreas ocupadas ajudam a explicar os encontros com pessoas. Quintais, terrenos com vegetação e locais com folhas, madeira ou entulho acumulados podem abrigar o animal, cuja coloração favorece a camuflagem.


