Jararaca encontrada em quarto em Jaraguá do Sul

Uma jararaca foi encontrada dentro de um quarto em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, a cerca de um metro da cama dos moradores. O animal foi resgatado sem feridos, segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência.

A serpente estava enrolada sobre uma penteadeira e imóvel, camuflada no cômodo. O biólogo Gilberto Ademar Duwe, conhecido como Giba, divulgou o caso e foi responsável pelo atendimento.

O resgate foi feito por equipes ligadas à Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama), depois que os moradores perceberam o animal no quarto. A notícia sobre o episódio foi publicada em 31 de outubro de 2026.

jararaca encontrada em quarto

Duwe afirmou que foi a primeira vez que encontrou uma jararaca em uma ocorrência com essas características. O biólogo também alertou para o aparecimento de animais silvestres com as temperaturas mais altas e para o risco de encontros acidentais com a espécie camuflada.

Resgate da jararaca dentro da residência

O caso de jararaca encontrada em quarto mobilizou equipes ligadas à Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama), responsáveis pelo resgate do animal. A ocorrência terminou sem registro de feridos.



O biólogo Gilberto Ademar Duwe, conhecido como Giba, divulgou o episódio e participou do atendimento. A presença da Fujama e do profissional foi informada no relato sobre a ação.

Duwe avaliou que aquela foi a primeira ocorrência em que encontrou uma jararaca em circunstâncias semelhantes. A situação envolveu a presença da serpente em um ambiente doméstico, conforme o biólogo relatou.

Calor, camuflagem e acidentes com serpentes

Segundo o biólogo, temperaturas mais altas favorecem o aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas. Ele recomendou atenção ao manusear objetos e ao circular por locais onde serpentes possam estar escondidas.

A jararaca não tem o veneno mais potente do Brasil, mas está entre as espécies que provocam mais acidentes com serpentes no país. A ampla distribuição e a presença frequente em áreas próximas às residências estão entre os fatores apontados para esse número de ocorrências.

A camuflagem pode dificultar a identificação da cobra, que costuma se esconder entre folhas, madeira, entulhos e vegetação. Esses locais podem permitir que a serpente passe despercebida perto de casas, conforme as informações divulgadas sobre a espécie.



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