Cidades mais seguras de Santa Catarina no ranking nacional

Cinco cidades mais seguras de Santa Catarina aparecem entre as 30 primeiras do Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, elaborado pela MySide. Blumenau e Jaraguá do Sul estão entre as cinco primeiras posições nacionais.

O levantamento usa dados de 2025 do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A classificação compara municípios a partir da taxa de assassinatos por 100 mil habitantes.

Blumenau, Jaraguá do Sul, Joinville, Brusque e Palhoça integram o grupo catarinense listado. O anuário também apresenta comparações entre estados e entre capitais brasileiras.

A metodologia considera mortes por assassinato, e não todas as formas de violência ou ocorrências criminais. O ranking detalha a posição das cidades, os indicadores estaduais e os limites da métrica usada.

Posição das cidades catarinenses no ranking nacional

Blumenau ocupa o 3º lugar no país, com taxa de 2,4 assassinatos por 100 mil habitantes. Jaraguá do Sul vem em 4º, com índice de 2,5; Joinville aparece na 20ª posição, com 5,4, Brusque na 22ª, com 5,8, e Palhoça na 27ª, com 5,9.

No topo da classificação nacional estão São Caetano do Sul (SP), com 1,9 assassinato por 100 mil habitantes, e Salto (SP), com 2,2. Blumenau e Jaraguá do Sul também lideram o recorte de municípios com população entre 200 mil e 500 mil habitantes.

Joinville se destaca entre as cidades com 500 mil a 1 milhão de moradores: ocupa o segundo lugar nessa faixa, atrás de São José dos Campos (SP), cuja taxa é de 4,7 por 100 mil habitantes. O dado compara municípios de porte populacional semelhante, além da posição geral de cada um.



Entre as demais cidades do top 30, São Caetano do Sul (SP) está em 1º, com 1,9; Salto (SP), em 2º, com 2,2; Santa Bárbara d’Oeste (SP), em 5º, com 2,7; e Pelotas (RS), em 6º, com 2,8. Itatiba (SP) ocupa o 7º lugar, com 3,2; Atibaia (SP), o 8º, com 3,6; Cachoeirinha (RS), o 9º, com 3,7; Jandira (SP), o 10º, com 3,8; Franca (SP) e Valinhos (SP) aparecem em 11º e 12º, ambas com 3,9. Santana de Parnaíba (SP), Botucatu (SP), Americana (SP), São José dos Campos (SP) e Indaiatuba (SP) ocupam, respectivamente, as posições de 13º a 17º, com taxas de 4,3, 4,4, 4,5, 4,7 e 4,9; Conselheiro Lafaiete (MG) e Lavras (MG) estão em 18º e 19º, ambas com 5,4. Barretos (SP) aparece em 21º, com 5,7; Barueri (SP), Jaú (SP) e Gravataí (RS) ocupam do 23º ao 25º lugar, cada uma com 5,8; Várzea Paulista (SP) está em 26º, com 5,9; Novo Hamburgo (RS), em 28º, com 6,1; e Sertãozinho (SP) e Jundiaí (SP) fecham a lista, em 29º e 30º, com 6,2.

Critérios do anuário e comparações entre estados e capitais

Na quarta edição do anuário, os registros de mortes vêm do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e os dados populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os óbitos são contabilizados conforme o município em que a morte ocorreu.

A metodologia aplica ajustes estatísticos para reduzir possíveis distorções relacionadas a mortes violentas cuja intenção não foi esclarecida. O levantamento inclui municípios com pelo menos 100 mil habitantes, limite adotado para diminuir oscilações que poucos casos poderiam provocar em populações menores.

O indicador considera assassinatos, mas não contabiliza furtos, roubos, ameaças nem ocorrências de violência doméstica ou sexual sem desfecho fatal. Também não mede a sensação de segurança ou as diferenças entre bairros, por isso não representa todas as dimensões da violência e da criminalidade.

Na comparação entre estados, Santa Catarina lidera, com taxa de 7,7 assassinatos por 100 mil habitantes. São Paulo aparece em segundo lugar, com 10,4, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 11,5; entre as capitais, Florianópolis ocupa a primeira posição, também com índice de 11,5.



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